Presidente da Recuperar Portugal participou na apresentação do projeto «Região de Coimbra +Inteligente», destacando o papel do PRR na transformação digital, na inovação da administração pública e na construção de territórios mais inteligentes ao serviço dos cidadãos.
O Presidente da Estrutura de Missão Recuperar Portugal, Fernando Alfaiate, participou, no dia 13 de julho, na sessão de apresentação do projeto «Região de Coimbra +Inteligente», promovida pela Região Metropolitana de Coimbra, no Convento São Francisco, em Coimbra. O encontro reuniu autarcas, especialistas, decisores públicos e representantes do setor tecnológico para debater o futuro das cidades inteligentes e o papel da transformação digital na modernização dos territórios.
O projeto «Região de Coimbra +Inteligente», financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito do investimento C19 – Territórios Inteligentes, visa implementar uma Plataforma de Gestão Urbana que promova a modernização da administração pública, a tomada de decisão baseada em dados, a sustentabilidade e a coesão territorial, em alinhamento com a Estratégia Nacional de Territórios Inteligentes.
A Plataforma de Gestão Urbana integra dez componentes, nomeadamente, gestão de espaços verdes e do arvoredo, gestão de equipamentos e parque edificado, gestão de ocorrências, gestão da ocupação do espaço público, gestão de resíduos sólidos, gestão da iluminação pública, gestão de recursos hídricos, proteção civil, gestão de consumos energéticos e mobilidade. Este projeto permite, assim, uma gestão mais integrada e eficiente dos serviços municipais, reforçando a digitalização dos territórios e promovendo um desenvolvimento mais inteligente e sustentável da região.
O projeto abrange os municípios de Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova, Vila Nova de Poiares, Cantanhede, Coimbra, Góis, Miranda do Corvo, Penacova, Lousã, Penela, Mealhada, Tábua, Pampilhosa da Serra, Oliveira do Hospital, Arganil, Mortágua, Soure e Mira.
Fernando Alfaiate referiu que no caso português, 22% do PRR está alocado à transição digital e inclui “além deste investimento, outros investimentos na área da saúde, da educação, das empresas e, essencialmente, da administração pública… para termos um serviço público mais próximo do cidadão, das empresas”, eliminando custos de contexto. Acrescenta que “o investimento sobre territórios inteligentes é bastante inovador” e inclui também a mecanismos de inteligência artificial.




